sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Percepção

O que sou?
Sou o que minha imaginação concede. Sou a solenidade de atos imperdoáveis. A loucura que invadiu tua mente, sem aviso, previsto ou saída. Pudera cantar a canção das canoas que deságuam nas correntezas abstratas de um rio nobre.
Teu olhar cinza partiu com as cinzas daquele cigarro apagado. E pela segunda vez renasceu a fênix. Debruçada sobre um muro incandescente me fez refletir que eu poderia tornar-me útil, talvez exuberante, mas sem perder o instinto de atingir uma perfeição (desejo de todo espírito mantém acesa a chama da Lei da Natureza em si).
Uma simples palavra pode constranger um universo inteiro, por isso as sábias montanhas permanecem intactas desde a criação...

Eternamente, serei grata a pessoa que me motivou essas simples palavras, e no entanto, tocáveis aos olhos. Obrigada, Maria Helena.

Um comentário:

Maria Helena disse...

Que bom que meu pessimismo e minha doença não criaram um monstro, mas um semi-deus errante á caminho da perfeição.
Só despertei em ti o que está, como disse outro dia a outra Pequena, impregnado na sua essência.

Um beijo e meus agradecimentos.
M.H